quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ATENÇÃO: O MAIOR FATOR DE PROGRESSO PARA A SAÚDE


Por: Vinícius Ferraz de A. Simões

            vinniferraz2007@hotmail.com

Assim que tomei conhecimento do tema principal abordado pela Campanha da Fraternidade esse ano, não me hesitei na escolha do tema a ser abordado pela coluna nesta semana.

Pois bem, falar de saúde, é tratar de carinho e amor com as pessoas, é almejar a igualdade em função da existência de uma vida, é dividir a dor do outro e pensar que o sofrimento é tão próximo, e, por isso, não devemos tratar com irrelevância, por mais, é falar de doar vidas e pensar no dia de amanhã cuidando da sua. Enfim, são tantos dizeres para mostrar a necessidade de um sistema que atenda - ao menos – os direitos básicos, para o bem da população e uma sensação de seguridade.

Com essa explanação do sentimento de seguridade reinando nos mais profundos núcleos da sociedade, surge uma insurgência (e essa inevitável) por parte da CNBB contra o corte anunciado pelo governo. O corte gira em torno dos R$ 5 BILHÕES, o que há de mais constrangedor nesse corte? “Apenas” um sentimento de descaso, mas este não é novidade, a sociedade já se acostumou com medidas sórdidas. O espantoso fica por parte do corte ser anunciado em ano eleitoral. Há uma necessidade notória de vencer as barreiras do conformismo e eleger Haddad em SP e nas cidades de maior população outros prefeitos que garantirão – como animais encabrestados – a eleição ou re-eleição do PT em 2014, tanto a nível nacional como em outros Estados.

Passando para uma análise social percebemos que a dissonância entre uma pessoa que é atendida por planos de saúde ou particular e a que recebe esse mesmo atendimento pelo SUS é simplesmente o trato. Não por parte dos médicos, pois estes possuem um claro sentimento de humanidade e compartilha da dor do paciente, que em momentos como esses aceitam qualquer coisa para aliviar a aflição do ser humano e é o profissional da saúde o responsável por tratá-lo, todavia como tratar um paciente em um hospital público? Qual o remédio aplicar, se não há o medicamento? O sentimento humanitário, neste momento, dá lugar à impotência, e, impossibilitado, o médico nada pode fazer para aliviar a sua aflição, nobre paciente, volte para a sua casa.

Por falar nisso... Voltar para casa – e com dor - não se repete, talvez, com os pacientes portadores de um plano de saúde. Em clínicas particulares a situação disfarça a realidade e como os “podadores” de verbas são atendidos nestas clínicas não conhecem sequer a calamidade e o caos por eles provocado. Escrever algo que retrata o sentimento de milhares de pessoas me cobre de angústia. Bom seria, se as intensas insurgências da população reverberassem como um grito de um filho que sente a dor e com o olhar piedoso roga ao pai que o leve para qualquer hospital, mas que esta dor passe. Tire um dia de brincadeira de uma criança, afaste dela o brinquedo preferido e esse é o sentimento, diariamente, sentido pelos pais e mães de famílias que sofrem, buscam e batalham por uma consulta para aliviar a dor, que, por muitas vezes, encerra-se com a morte, deveras trágico.

Esse é um fato que ocorre em vários lugares e os brasileiros pungidos pela intensa desumanidade dos políticos que aí estão, parecem sofrer de um intenso imediatismo, esquecendo-se das mazelas sofridas e trocando dinheiro por quatro anos de progresso, se o político for bem escolhido. Façamos o seguinte: votemos com a consciência, com a avaliação minuciosa dos candidatos, pois a cabeça ficará erguida nos quatro anos e o sentimento de imoralidade e desumanidade não será afetado com tanta veemência. Claro que a “ferida” da saúde não será cicatrizada nos quatro anos, mas não há fim sem um começo e o começo pode ser agora. Opte pela mudança e retirada dos entulhos políticos, pois só assim viverá em um progresso contínuo. Pode apostar!

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O ANO DA FORÇA POLÍTICA

Por: Vinícius Ferraz de A. Simões
            vinniferraz2007@hotmail.com
            Não poderia começar de outra forma este texto, mas pedir desculpas aos meus leitores é necessário pelo tempo que não escrevo, as férias costumam me dar uma “teia” de aranha nas ideias e aquela “maresia” que a gente quase não consegue ficar de pé, mas... Vamos lá, renovar os ânimos, porque esse ano promete. Ano eleitoral e essa eleição nos afetará mais do que todas as outras, pois o prefeito é o político mais próximo da sociedade do ponto de vista Executivo, logo, o principal causador de progresso ou de regresso (para alguns tantos).
            Itapetinga durante toda sua trajetória política contou com homens públicos probos, com algumas exceções, mas muitas vezes as falhas não são desses e sim de uma legislação burocrática que de tanto preciosismo acaba por pecar na hora de questionar lisura no serviço e proteger o mau político, isso é normal no País que estamos e a renovação desta só depende de quem é o maior desinteressado, por um corporativismo que dilacera a alma e adorna a mente com “alimentos” não saudáveis. Enfim, 2012 promete entrar para a história desta Cidade, a população já se inquieta nas ruas a fim de saber “quem serão os candidatos?” Os mais apressadinhos, que querem levar vantagem no tempo eleitoral, divulgam mensagens para demonstrar o compromisso com o futuro da cidade, não se enganem, muitos desses são lobos em pele de cordeiro.
            Conquanto haja todo esse cenário favorável aos vereadores, o fato não sucede para o cargo no poder Executivo, a corrida promete ser acirrada, mesmo com a perda de uma parcela significativa, diga-se de passagem, da popularidade do atual prefeito José Carlos Moura (PT), mas a oposição peca em não definir um nome para a sucessão municipal e começar a trabalhar em torno deste, dentro dos bastidores, visto que o nome do candidato não pode ser divulgado com propagandas eleitoreiras antes da Convenção, pois configuraria um crime eleitoral.
            Ainda que pese sobre este cenário o ponto negativo para cada lado, não nos resta a menor dúvida de que a máquina municipal está ao lado da situação, logo, ela larga na frente dentro desse cenário, ficando a cargo da oposição o empenho em catapultar um nome de expressão e de completo prestígio político em Itapetinga, pois só assim seria possível equilibrar o cenário e a eleição não girar em torno de picuinhas que, querendo ou não, culminam na obscuridade do processo, não por parte da Justiça, mas por parte dos candidatos que tendem a buscar sair antes do prazo estipulado por esse poder, com a finalidade de aglutinar forças e posições favoráveis.
            Assim, para fugirmos da mesmice cabe aqui um comentário deste humilde colunista. A situação no município é estarrecedora, isso é imparcialidade, está visível para os apartidários, no entanto lutar contra uma máquina que subterfugia e agrega valores, indiscutivelmente é muito complicado. A oposição, mesmo com prestígio, ver o desenrolar da situação e a indecisão ainda toma conta, fazendo com que o único beneficiado seja o atual prefeito. Itapetinguenses, eu já venho fazendo esse apelo a vocês e quero reiterá-lo, não se iluda a situação passou ruim durante os três anos regressos, se algo for feito nesse último ano (o que duvido muito), não percam a memória e sejam sensatos em discernir que uma administração ruim prejudica não só o tempo dela, como também todas as vindouras administrações, nada é eterno e se for muito demorado tende a criar uma instabilidade em nosso município, o que só nos prejudicará.
            Por derradeiro, a administração pública se faz com QUATRO anos de progresso, UM ano é utilizar-se do “Alzheimer” social que já é característico de alguns brasileiros, a benevolência dos políticos deve ser atestada durante sua administração não no último ano com abraços e recordações saudáveis, pouco menos dinheiro, pois uma nota de cem, cinqüenta, sei lá não dá para gastar-se em quatro anos, mas uma boa administração incentivará o emprego e você terá seu dinheiro paulatinamente, ganhado com o seu suor, dignificando sua alma e os tempos de fartura chegando as vossas mesas.
            Obs.: A coluna esse ano não pode se furtar da situação que nos acobertará, mesmo que de forma mais branda, pois este não é o meu ofício, farei com que os textos sejam atualizados de acordo com a demanda, com fatos e informações a bem do povo, este só foi apenas o primeiro, nenhuma novidade para nenhum cidadão que conhece a situação municipal, brando e com uma pitada de parcialidade.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PT – OPOSIÇÃO AO POVO BRASILEIRO

Por: Vinícius Ferraz de A. Simões
            vinniferraz2007@hotmail.com
Desde quando adentrou na Presidência da República (há nove anos) o PT só mostrou a sua pouca qualidade no que diz respeito ao gerenciamento da máquina pública, com decisões muitas vezes acertadas e outras tantas posturas completamente equivocadas. Vejamos o motivo dessa asserção.
 Assistimos e comungamos do sentimento de satisfação por a crise mundial ainda não ter nos afetado, muito bem! Esse monstro que tem causado a discórdia entre as nações, principalmente da Zona do Euro, não chegou até nós por uma lei que procura impor um limite de gastos aos estados e municípios, bem como, almeja a transparência na utilização do dinheiro arrecadado na forma de imposto. Do seu bolso, caro contribuinte. Sabe como é o nome de tão bondosa lei? Lei de Responsabilidade Fiscal. Ótimo para o nosso país. Mas o PT votou contra essa lei! Não se contentando, fora ao Supremo Tribunal Federal para impedir a proposta. Você sabia disso? Hoje, muitos deles, na mais profunda insensatez atribuem o sucesso da política econômica aos membros do seu partido. Lêdo engano! Foram beneficiados por um cenário propício para o desenvolvimento de uma economia estável, não saber aproveitar... É sinceramente uma tremenda mancada. (Também não ficaria assustado se tivesse cometido isso).
A maior prova de amor e bondade aos brasileiros foi dada também ainda esse ano (esse está fresquinho em nossas mentes). O PT foi o ÚNICO partido que orientou seus membros a votarem “sim” pela criação de um novo IMPOSTO! Lembra da CPMF? Se tivéssemos apenas deputados petistas, esse imposto voltaria com o nome CSS (Contribuição Social da Saúde), pela Emenda 29. Seríamos apenados com um fisiologismo que se alastrou na política brasileira galvanizado pelo petismo que em um ato de total aquiescência ouve o seu partido e dá as costas para os maiores desinteressados com mais uma contribuição, os brasileiros. Não sou contra as ajudas sociais (Bolsa Família, principal exemplo), mas esse não é, e jamais será, o instrumento de resgate do poder de compra e ascensão social. Não adianta medidas paliativas, isso não passa de uma política do pão, circo não há, pois a cultura parece ser restrita aos grandes centros (capitais) e cidades mais populosas do interior.
A humanidade não vive apenas comendo, ela precisa se divertir, dê subsídios para o artista da terra produzir sua canção, propague essa ideia, traga festivais, artistas circenses que possuem o dom de entreter as multidões com fatos inesperados. Será que isso é tão difícil de pôr em prática? Creio que não, falta sensibilidade.
Escrevo essa última crítica a todos que dirigem uma população, uma vez que 2012 é o ano das eleições municipais (partindo do pressuposto de que o mundo não acabará, pois se acabar, não haverá condição para os eleitos tomarem posse, óbvio.), são nessas eleições que a população depositará e outorgará poderes aos cidadãos na busca de subterfúgios aos flagelos sofridos e que de tão inclementes, parecem ser incessantes. Não precisamos de “ficha limpa” para a moralização da nossa política, basta que você analise o candidato, assim como eu fiz acima, mostrando uma das contribuições que o PT deu ao país antes da sua entrada na Presidência (votando contra a Lei de Responsabilidade Fiscal) e durante (a favor da criação de mais um imposto), e cabe aqui dizer que esses só são dois dos exemplos, mas se analisarmos de forma mais profunda, perceberemos mais alguns atos (votações, medidas, sanções) contra a população.
Com mais esse desabafo feito por mim, você pode encontrar espaço e encaixar a sua insatisfação e sua revolta. E não acredite, jamais, em fatos veiculados por uma imprensa, que por diversas vezes é financiada por políticos que pregam e expõe apenas o que lhe convém numa busca incessante pelo ópio que faz de você uma marionete fácil na mão de falsários! Feliz Ano Novo a todos vocês que me suportaram durante todo esse ano, escrevendo o que para muitos é agradável e para outros de extremo desconforto. Tudo de bom em suas vidas, contando com este espaço para expor os seus anseios!

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domingo, 18 de dezembro de 2011

Itapetinga reedita uma crise adormecida

Por: Vinícius Ferraz de A. Simões
   vinniferraz2007@hotmail.com

            Há anos a população brasileira já não suporta mais a burocracia que se instalou nesse País. O Estado se avolumou diante de questões irrisória, onde uma licença ambiental pode custar a perda de uma das maiores empresas desta Nação, sem contar a grande sustentação e importância para o nosso município e a região do Sudoeste da Bahia, ao tocar no aspecto da estabilidade financeira e movimentação comercial.
            Mais uma vez levantaremos como uma das causas precípuas a leniência das esferas Municipal e Estadual, pois são eles os responsáveis por desburocratizarem, através dos seus refutáveis prestígios, com os políticos, uma vez que a perda dessa indústria afligirá 1.800 colaboradores nas cidades de Potiraguá, Itarantim, Maiquinique, Ibicuí, Iguaí e Itati, oferecendo a eles a remoção para as demais filiais, distanciando assim pais e mães de família dos seus filhos e lares já que terão que se deslocar dos seus municípios, ou melhor, das suas residências.
            Entre as razões que a empresa apresentou para o fechamento e conseqüente remoção dos seus trabalhadores para as demais filiais e matriz, estão: baixo volume de produção, elevados custos logísticos e a concorrência de calçados importados. Inclusive, para o espanto de todos, esse último argumento já fora discutido em audiência pública na Câmara de Vereadores de Itapetinga, onde políticos que buscavam apadrinhar e tirar proveito da crise pousaram nesta cidade. Mas temos a nítida impressão que a ausência e a falta de comprometimento destes, por esta terra é algo irrefutável, já como prova cabal disso, percebe-se depois deste tempo que as medidas tomadas foram totalmente paliativas, pois se fossem de firmes e duradouras teríamos a melhoria progressiva e não mais a volta deste tormento e principal causador da tristeza popular.
            Por isso, a imprensa ao fazer ecoar o “choro” dos trabalhadores e expor os anseios, a fim de ultrapassar os limites territoriais e superar as barreiras burocráticas não está fazendo uma “tempestade em copo d’água”, está buscando viabilizar um papel que deveria ser do prefeito e do governador. Para ser mais direto, não há maior demonstração de incompetência e inabilidade na gestão pública do que perder ou permitir que a crise atinja uma empresa de suma importância para o município de Itapetinga e circunvizinhança, pois essa empresa tem sido a base para que as ‘colônias’ jamais vivam na submissão às metrópoles.
Bom seria, se este som se reproduzisse em qualquer instância, nós precisamos e buscaremos sempre o melhor para a nossa região, pensando no trabalhador, que em tempos de crise é o principal atingido. Conte comigo para ecoar por meio de textos e representações midiáticas, já que a imprensa desenvolve um papel de apoio e estende o braço ao trabalhador nessas horas de retirada do trabalho e conseqüente perda da dignidade humana!

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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O ALIMENTO DA CORRUPÇÃO E A DETERIORAÇÃO DA SOCIEDADE

Por: Vinícius Ferraz de A. Simões
            vinniferraz2007@hotmail.com
            Nesta semana muito se falou em ‘consciência negra’, tempo de convite à reflexão quanto à inserção do cidadão negro em uma sociedade onde os padrões de beleza e cultos tem se voltado para o que há de mais anacrônico possível, sem contar nas profundas venerações às imoralidades, consolidando assim o pensamento racista e barbarizado quando falamos de sociedade como um todo, um aglomerado de pessoas regidas por leis.
            Geralmente, meus textos emanam daquilo que trai a minha própria consciência, imoralidades e a quebra do decoro humano, são os meus temas preferidos, mas essa semana não pude me furtar desse dever como cidadão e morador de um dos estados com maior número de afro-descendentes do país de solidarizar-me e mostrar minha repulsa contra algumas atitudes políticas que menoscabam a nossa ética, bem como nos entristece a cada dia que se passa e comprovamos a ineficiência dos semelhantes que nos comandam.
            Bem, depois de uma explicação como essa para a contextualização e um melhor entendimento do meu leitor darei prosseguimento ao meu texto colocando a seguinte pergunta: “quanto vale (forma pecuniária) a cultura?” Compartilharei contigo a minha opinião: para mim não tem preço, deve ser valorizada de forma inequívoca, sabe por que? Porque cultura é lucidez para o povo, educação, ampliação da visão de mundo. Enfim só nos traz benefícios, sem contar o entretenimento que será passado a esse jovem, adulto ou até idosos, inseridos em um provável projeto.
            A pergunta foi feita justamente pela desvalorização que tem passado a nossa cultura ultimamente, ontem (23/11), ouvia um dos idealizadores do projeto Casa do Hip-Hop em Itapetinga e um dado dito por ele me assustou e comoveu imensamente. Para a efetivação, realização e a manutenção desse projeto bastam apenas uma ajuda mensal de R$ 800,00 (OITOCENTOS REAIS). É isso mesmo, meus nobres leitores, apenas esse valor para os incomparáveis benefícios que trará, mas pela falta de ajuda mensal o projeto acabou se desfalecendo.
            O projeto Casa do Hip-Hop para aqueles que não conheciam, utilizava da cultura, incentivo e acompanhamento aos jovens para libertá-los, bem como, dar-lhes entretenimento. E sabe por que todo esse acompanhamento findou-se? Falta de apoio pecuniário. Vejam, leitores, a calamidade e a evidência cabal de uma necessidade irrestrita dos políticos utilizarem as suas prerrogativas para vendar uma sociedade inteira, deixar que as últimas almas remanescentes ávidas de saber ou de cultura fiquem sem apoio e se afoguem na desilusão do abandono.
             Mais uma vez, percebam a imoralidade desse ato, a desumanidade, bem como a quebra de qualquer preceito ético, uma alimentação exacerbada de uma corrupção que apunhala o nosso peito e dar um tiro sanguinário em nosso próximo por não ter condição de subsidiar um projeto de imensa valia para a sociedade, estão valorizando o imoral em detrimento do que é moral, humano e amável por todos que possuem o mínimo de sanidade possível.
            Por mais consuetudinário possível, não podemos de maneira alguma, colaborar e condescender com essa corrupção maldita que deteriora o patrimônio e o direito humano, portanto, valer-me-ei do acesso aos blogs e sites para divulgar o meu repúdio e tornar público mais essa falta de apoio a um bom projeto cultural. Vamos ao embate, humanos, pois a sociedade já nos cobra o que foi deixado a mercê de homens tão demagogos e levianos, pois estes escondem e afogam suas ambições malignas na lacuna social, onde o espaço posto entre a sociedade utópica (discurso político) e a situação calamitosa (realidade) é um fosso e essa realidade está completamente sopitada, como um vulcão adormecido, esperando a sua hora para entrar em erupção.
            Não subestime a inteligência e o poder de levante desse povo, eles só precisam de uma única oportunidade para expulsar esse sistema e extinguir essa corrupção maligna, bem como, os corruptos lapidados que ainda não foram descobertos.

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Pensamento ao Eleitor.

Por: Rodrigo Oliveira

Hoje o país em que vivemos passa por um certo momento de corrupção ativa, ministros caem, ministros levantam-se e esse bolo feio e nojento da política brasileira vai criando raízes nos ministérios, secretarias e afins. Isso, tem feito com que cada vez mais se desgaste a fama de politicos novos, sérios, honestos e competentes que surgem em nosso país. Por causa de gente assim o povo brasileiro não acredita mais na política, precisamos recuperar a imagem politica gastada em um (des)governo do PT durante 9 anos, e isso depende da gente, do povo que tem de revoltar-se com as atitudes que tomam deputados, ministros, senadores de apenas defender os seus interesses próprios e esqueçem de nós, simples eleitores, que votamos e confiamos naqueles para defenderem nossos interesses, pensamos muito quando vemos matérias em jornais e revista falando sobre corrupção mas o que fazemos para isso não ocorrer? Mudamos nosso voto? Vamos às ruas protestar ? Não, ficamos em casa de braços cruzados assistindo de camarote e quando chega a eleição vamos nós de novo votar nessas mesmas pessoas que criaram uma quadrilha dentro do governo, aparelha-ram a maquina pública e riem de nossa cara. Devemos dar um basta nisso que estamos assistindo. Por isso espero que em 2012, 2014, 2016..., pensemos muito antes de escolhermos nossos candidatos e não só esperar um bem próprio mas sim um bem comum a todos.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

EDUCAÇÃO, UM DIREITO DE TODOS. RESTRITO A POUCOS.

Por: Vinícius Ferraz de A. Simões
            vinniferraz2007@hotmail.com
            Prescreve o Art. 6º da Constituição Federal de 1988: “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e a infância, a assistência aos desamparados na forma desta Constituição.” (Grifo nosso)
            Este Art. da Constituição Federal é fantástico, assim como outros que dela provém, mas de uma ingenuidade sem tamanho. Ingenuidade, por não tipificar a qualidade do serviço prestado à população. Mas que, diga-se de passagem, deveria ser ao menos humano. A qualidade é restrita apenas aos que podem financiar o seu próprio bem-estar, ora, mas nós não pagamos impostos? Claro. Mas eles não são destinados para onde deveriam, logo, temos um déficit na distribuição e no melhoramento desses setores que exercem um papel vital no desenrolar de qualquer governo. Educação é o único meio de mudar e consolidar-nos como um país sem miséria, um país de ascensão social.
            Mergulhados (quase afogados) estamos, só de pensar no desastre e na calamidade da educação, atualmente, fato este comprovado, com os reiterados acontecimentos do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), com o reles desempenho de Vitória da Conquista apresentado pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), colocando a cidade como a pior educação básica do BRASIL, sem falar a verdadeira face escolar, onde os professores comungam uma falta de vontade de ensinar pela situação com que os jovens se colocam para aprender o conteúdo, isso é de uma complexidade tremenda, mas os seres “intocáveis” e direcionadores dos nossos rumos não entendem que isso tudo precisa ser mudado, ou melhor, tem feito vistas grossas, pois essa é a verdadeira situação educacional, sem educação, tem-se marionetes, com marionetes mais poderes e uma supremacia nos moldes ditatoriais, esse é o pensamento de alguns políticos!
            Tão pútrido está o sistema que ele chega a trair a própria consciência dos educadores, alguns deles chegam a desacreditar no real potencial da educação, assim como, preferem jogar a toalha. Essa é uma atitude que transverbera um passado torpe que só de lembrar traz náuseas a milhares de cidadãos que viveram e sofreram repressões, tendo seus direitos políticos e de cidadania vilipendiados, pior disso é o esquecimento por parte do Estado, que deixou de zelar pelo bem-estar do seu povo. A situação é ainda mais assombrosa e só não percebe isso quem põem uma venda nos olhos, mas não cega os olhos, cega a ética, cega o amor ao próximo e fere o direito do próximo, logo, torna-se uma desumanidade irremediável.
            Com todo esse cenário desolador apresentado e até mesmo o direito celebrado na Constituição Federal de 1988 sendo ferido a cada momento e corroborado com o passar dos anos, não nos desestimularemos, pois o amanhã depende apenas de nós. Portanto peço a todos os meus leitores que reformem os seus conceitos, reflitam quanto as suas atitudes como cidadão e também como ser humano. Só assim teremos a educação como um direito de TODOS, pois educação é amor, mudança. Logo, precisa de atenção. Da sua atenção!

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