domingo, 30 de outubro de 2011

A SOCIEDADE QUE QUEREMOS, SOMOS NÓS QUEM CONSTRUÍMOS

Por: Vinícius Ferraz de A. Simões
vinniferraz2007@hotmail.com
            Ao contrário daquilo que muitos pensam, falar de violência é um tanto quanto complexo, uma vez que envolve noções básicas de Direito, bem como ideais e princípios educacionais que permeiam a formação do cidadão brasileiro, representado na figura do jovem pelo nosso contexto, é mergulhado em alguns fatos que maculam a nossa realidade e ferem o nosso futuro que tentarei mostrar a importância e a realidade vivida por nós contra a violência.
            Fatos nefastos, legislação traiçoeira e que pouco protege um cidadão de bem. Essa é a realidade, de nós, brasileiros. Convivemos dia e noite com uma realidade abominável, o que passa na cabeça dos jovens que adentram nesse mundo onde tempo que se passou é lucro, já que o amanhã é tão incerto quanto às próximas horas? Vivo me perguntando, onde encontrarei forças e estímulos para colocar em mundo desigual e imoral, os meus filhos, os nossos filhos, os seus amigos. Não há luz nesse túnel coberto e marcado pela escuridão, onde a luz é apenas a saída, uma precursora da felicidade, mas uma felicidade inconstante e vazia.
            Em meio a esse cenário desolador exposto no parágrafo anterior o jovem se coloca para a sociedade como um cidadão dono do seu futuro, logo capaz de nortear o futuro do seu país. Consumou-se a ideia de que sempre tivemos em nossa característica genética a marca da mudança, a marca da busca pelo progresso e de sonhar com um país mais justo e solidário coberto por uma intensa nuvem de desenvolvimento social, aliando políticas sociais ao progresso, e isso nós devemos ao tão acabado e desfalecido Estado que hoje parece não ter tais características, cobrando de nós, força vital e propulsora dessa linha desenvolvimentista o levante contra esse tipo de atrocidade que acomete o nosso convívio.
            Ainda sobre os nossos direitos e da capacidade do Estado, como instituição, gerir e garantir nossos direitos constitucionais reafirmo que estou cansado de dizer que a violência não foge mais do nosso contexto social, creio e vou acreditar sempre na força e na capacidade de o jovem mudar essa realidade que se coloca como o entrave para a harmonia da sociedade, pois é da nossa característica lutar contra fatos que não condizem com nossa realidade e que fogem do puramente correto,  não coadunar com um estorvo social, mesmo que ele já esteja impregnado no nosso dia a dia e por infelicidade do destino ainda não encontramos solução, mas conformar-se não é o mais adequado nesse tipo de situação já que ela fere o nosso direito de ir e vir garantido na Constituição Federal de 1988.
            Ademais, o conselho que dou a nesse momento não só aos jovens, mas para a sociedade civil, é: levante-se, venha para a luta, saia da situação inerte e de total consentimento que nos encontramos e façamos a revolução histórica, como as da Ditadura Militar, pois a sociedade que queremos, somos nós quem construímos.

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