terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PT – OPOSIÇÃO AO POVO BRASILEIRO

Por: Vinícius Ferraz de A. Simões
            vinniferraz2007@hotmail.com
Desde quando adentrou na Presidência da República (há nove anos) o PT só mostrou a sua pouca qualidade no que diz respeito ao gerenciamento da máquina pública, com decisões muitas vezes acertadas e outras tantas posturas completamente equivocadas. Vejamos o motivo dessa asserção.
 Assistimos e comungamos do sentimento de satisfação por a crise mundial ainda não ter nos afetado, muito bem! Esse monstro que tem causado a discórdia entre as nações, principalmente da Zona do Euro, não chegou até nós por uma lei que procura impor um limite de gastos aos estados e municípios, bem como, almeja a transparência na utilização do dinheiro arrecadado na forma de imposto. Do seu bolso, caro contribuinte. Sabe como é o nome de tão bondosa lei? Lei de Responsabilidade Fiscal. Ótimo para o nosso país. Mas o PT votou contra essa lei! Não se contentando, fora ao Supremo Tribunal Federal para impedir a proposta. Você sabia disso? Hoje, muitos deles, na mais profunda insensatez atribuem o sucesso da política econômica aos membros do seu partido. Lêdo engano! Foram beneficiados por um cenário propício para o desenvolvimento de uma economia estável, não saber aproveitar... É sinceramente uma tremenda mancada. (Também não ficaria assustado se tivesse cometido isso).
A maior prova de amor e bondade aos brasileiros foi dada também ainda esse ano (esse está fresquinho em nossas mentes). O PT foi o ÚNICO partido que orientou seus membros a votarem “sim” pela criação de um novo IMPOSTO! Lembra da CPMF? Se tivéssemos apenas deputados petistas, esse imposto voltaria com o nome CSS (Contribuição Social da Saúde), pela Emenda 29. Seríamos apenados com um fisiologismo que se alastrou na política brasileira galvanizado pelo petismo que em um ato de total aquiescência ouve o seu partido e dá as costas para os maiores desinteressados com mais uma contribuição, os brasileiros. Não sou contra as ajudas sociais (Bolsa Família, principal exemplo), mas esse não é, e jamais será, o instrumento de resgate do poder de compra e ascensão social. Não adianta medidas paliativas, isso não passa de uma política do pão, circo não há, pois a cultura parece ser restrita aos grandes centros (capitais) e cidades mais populosas do interior.
A humanidade não vive apenas comendo, ela precisa se divertir, dê subsídios para o artista da terra produzir sua canção, propague essa ideia, traga festivais, artistas circenses que possuem o dom de entreter as multidões com fatos inesperados. Será que isso é tão difícil de pôr em prática? Creio que não, falta sensibilidade.
Escrevo essa última crítica a todos que dirigem uma população, uma vez que 2012 é o ano das eleições municipais (partindo do pressuposto de que o mundo não acabará, pois se acabar, não haverá condição para os eleitos tomarem posse, óbvio.), são nessas eleições que a população depositará e outorgará poderes aos cidadãos na busca de subterfúgios aos flagelos sofridos e que de tão inclementes, parecem ser incessantes. Não precisamos de “ficha limpa” para a moralização da nossa política, basta que você analise o candidato, assim como eu fiz acima, mostrando uma das contribuições que o PT deu ao país antes da sua entrada na Presidência (votando contra a Lei de Responsabilidade Fiscal) e durante (a favor da criação de mais um imposto), e cabe aqui dizer que esses só são dois dos exemplos, mas se analisarmos de forma mais profunda, perceberemos mais alguns atos (votações, medidas, sanções) contra a população.
Com mais esse desabafo feito por mim, você pode encontrar espaço e encaixar a sua insatisfação e sua revolta. E não acredite, jamais, em fatos veiculados por uma imprensa, que por diversas vezes é financiada por políticos que pregam e expõe apenas o que lhe convém numa busca incessante pelo ópio que faz de você uma marionete fácil na mão de falsários! Feliz Ano Novo a todos vocês que me suportaram durante todo esse ano, escrevendo o que para muitos é agradável e para outros de extremo desconforto. Tudo de bom em suas vidas, contando com este espaço para expor os seus anseios!

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domingo, 18 de dezembro de 2011

Itapetinga reedita uma crise adormecida

Por: Vinícius Ferraz de A. Simões
   vinniferraz2007@hotmail.com

            Há anos a população brasileira já não suporta mais a burocracia que se instalou nesse País. O Estado se avolumou diante de questões irrisória, onde uma licença ambiental pode custar a perda de uma das maiores empresas desta Nação, sem contar a grande sustentação e importância para o nosso município e a região do Sudoeste da Bahia, ao tocar no aspecto da estabilidade financeira e movimentação comercial.
            Mais uma vez levantaremos como uma das causas precípuas a leniência das esferas Municipal e Estadual, pois são eles os responsáveis por desburocratizarem, através dos seus refutáveis prestígios, com os políticos, uma vez que a perda dessa indústria afligirá 1.800 colaboradores nas cidades de Potiraguá, Itarantim, Maiquinique, Ibicuí, Iguaí e Itati, oferecendo a eles a remoção para as demais filiais, distanciando assim pais e mães de família dos seus filhos e lares já que terão que se deslocar dos seus municípios, ou melhor, das suas residências.
            Entre as razões que a empresa apresentou para o fechamento e conseqüente remoção dos seus trabalhadores para as demais filiais e matriz, estão: baixo volume de produção, elevados custos logísticos e a concorrência de calçados importados. Inclusive, para o espanto de todos, esse último argumento já fora discutido em audiência pública na Câmara de Vereadores de Itapetinga, onde políticos que buscavam apadrinhar e tirar proveito da crise pousaram nesta cidade. Mas temos a nítida impressão que a ausência e a falta de comprometimento destes, por esta terra é algo irrefutável, já como prova cabal disso, percebe-se depois deste tempo que as medidas tomadas foram totalmente paliativas, pois se fossem de firmes e duradouras teríamos a melhoria progressiva e não mais a volta deste tormento e principal causador da tristeza popular.
            Por isso, a imprensa ao fazer ecoar o “choro” dos trabalhadores e expor os anseios, a fim de ultrapassar os limites territoriais e superar as barreiras burocráticas não está fazendo uma “tempestade em copo d’água”, está buscando viabilizar um papel que deveria ser do prefeito e do governador. Para ser mais direto, não há maior demonstração de incompetência e inabilidade na gestão pública do que perder ou permitir que a crise atinja uma empresa de suma importância para o município de Itapetinga e circunvizinhança, pois essa empresa tem sido a base para que as ‘colônias’ jamais vivam na submissão às metrópoles.
Bom seria, se este som se reproduzisse em qualquer instância, nós precisamos e buscaremos sempre o melhor para a nossa região, pensando no trabalhador, que em tempos de crise é o principal atingido. Conte comigo para ecoar por meio de textos e representações midiáticas, já que a imprensa desenvolve um papel de apoio e estende o braço ao trabalhador nessas horas de retirada do trabalho e conseqüente perda da dignidade humana!

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